Eu e minha casa habitaremos em segurança!

“Naqueles dias Judá será salvo e Jerusalém habitará seguramente. Ela será chamada Senhor, Justiça nossa.”

(Jr 33: 16)

 

Graça e paz, discípulo amado!

Hoje vamos falar sobre a nossa casa enquanto a “Jerusalém de Deus” aqui na terra. Temos aprendido que cada um de nós, figuradamente, é a cidade de Deus, isto é, Jerusalém. Mas agora vamos ampliar esta analogia para a nossa casa (família), como o território onde o Senhor se dispõe a governar.

 

Dinâmica:

Líder, antecipadamente, desenhe uma casa em uma folha de papel e dentro dela escreva o nome das pessoas que compõem sua família. Apresente-a aos discípulos através desta atividade e depois distribua folhas de papel para que os mesmos também desenhem uma casa e escrevam o nome da sua família. Quando todos tiverem concluído a tarefa, retome a palavra, mas peça para eles manterem o papel, pois ao final farão intercessão pelo seu lar.

 

Em Êxodo 19:5,6 está escrito “Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque  toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás ao filhos de Israel.” Veja que promessa extraordinária Deus fez aos seus filhos, que somos nós, atualmente. Ele nos prometeu, se permanecermos debaixo de seu governo, o cuidado, o zelo e o prestígio de pertencermos ao reino do Eterno Senhor. Isso é simplesmente, maravilhoso, pois nós nem merecemos tamanha honra.

O nosso Deus deseja governar a casa de seus filhos. Para isso, Ele instituiu fundamentos para esta governança. Assim, o Rei da casa é o Senhor, o Governo a serviço do Rei são os pais (pai e mãe), o Povo a ser governado, são os filhos e o Território compreende o local onde a família habita.

Todavia, o inimigo de nossas almas tem tentado e conseguido, astutamente, deturpar e destruir o sistema de governo familiar. Os lares, em sua maioria, passam por inúmeros problemas: ausência da figura do pai, em decorrência do grande número de divórcios; filhos cada vez mais rebeldes e que dominam o lar, pela ausência das mães, que por objetivos profissionais, transferiram para a escola ou a empregados, a responsabilidade de educá-los. Cabe à Igreja, denunciar esse estado de coisas e profetizar a mudança!

Por isso, enquanto igreja, hoje vamos levantar um clamor pelo nosso lar! Vamos levantar os papéis (da dinâmica acima) aos céus e apresentar através de oração, nossa casa ao Senhor, clamando por salvação para todos e pedindo sabedoria para estabelecer os princípios de Deus no lar. (O líder deve conduzir esta intercessão).

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